Ex-Flamengo e atualmente no Sharjah FC, jovem brasileiro valoriza experiência no futebol árabe

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da betano casino: O brasileiro Gustavo Mueller, de 21 anos, atuou pelo Flamengo na categoria Sub-20 em 2019 e 2020. Com a camisa do Rubro-Negro, conquistou os títulos do Campeonato Carioca, Campeonato Brasileiro e Supercopa do Brasil pela categoria.Em Setembro do ano passado, o atleta foi contratado pelo Sharjah FC, dos Emirados Árabes Unidos, e em breve completa um ano no país. Ele destacou as principais diferenças que sentiu e falou sobre a adaptação.

continua após a publicidadeRelacionadasFutebol InternacionalRodrygo brilha e Real Madrid vence a Inter de Milão nos minutos finais pela Champions LeagueFutebol Internacional15/09/2021Futebol InternacionalEm jogo de nove gols, Manchester City estreia com goleada sobre o Leipzig na ChampionsFutebol Internacional15/09/2021Futebol InternacionalMessi, Neymar e Mbappé não brilham, e PSG fica no empate com o Club Brugge pela ChampionsFutebol Internacional15/09/2021

da realbet: – O processo é um pouco diferennte do Brasil. Pela diferença do futebol, do clima. Eu acredito que consegui me adaptar muito bem, também o fato de já falar inglês me ajudou muito e assim que cheguei já conseguia me comunicar com meus companheiros, com a comissão técnica. O que me ajudou muito é que aqui no país é comum deixar o atleta jovem no primeiro ano no Sub-21 para se adaptar, pra conhecer o futebol, conhecer o clima – explicou.

O defensor chegou ao clube e atuou pelo elenco Sub-21, o que facilitou o processo. Foram mais de vinte jogos disputados na temporada e seis gols marcados, sendo muitas vezes capitão do time. Gustavo também chegou a estrear como profissional pela equipe, além de participar dos treinamentos com frequência.

Após um ano no futebol do país, Gustavo destacou também a chance que teve de evoluir com as diferenças no estilo e o impacto do clima no jogo.

– Acredito que aqui é diferente por causa do calor também. Como é excessivo o ano todo, então isso faz com que as equipes fiquem mais organizadas atrás, e aí não saem tantas bolas como no Brasil, que tem muita pressão alta. Então o clima dificulta ficar o jogo todo pressionando com sensação de cinquenta graus. Acho que isso acaba trazendo um jogo mais posicionado e de contra-ataques. Pude sentir isso tanto no Sub-21, quanto nos treinos com o profissional – finalizou.

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